segunda-feira, 3 de março de 2014

HOMEM QUE ABASTECERIA O LITORAL COM "LSD" TEM IDENTIDADE REVELADA.

Foi confirmada a identidade do jovem preso com LSD na última quinta-feira (27/02) em Teresina. O bacharel em Direito autuado em flagrante com 50 micropontos da droga sintética é Edgar Salvater Cavalcante.
A polícia preferiu manter inicialmente o sigilo sobre o nome do rapaz na expectativa de que mais droga fosse apreendida, mas não houve sucesso nas diligências.
Edgar Salvater foi preso em um condomínio no bairro Morada do Sol, zona Leste. Segundo a polícia, alguns moradores desconfiaram da movimentação intensa no apartamento onde o jovem morava com o irmão, e acionaram a delegacia de entorpecentes através de denúncia anônima.
As duas placas de LSD, cada uma com 25 micropontos, foram avaliadas em R$ 2.500,00. Cada micropontos era comercializado por até 50 reais, podendo variar dependendo da festa. Em alguns locais, como boates frequentadas pelo público de classe média alta, cada microponto poderia sair por 90 reais.
Segundo o delegado Willame Morais, um microponto tem efeito de até 8 horas. 'Dependendo do organismo da pessoa, um microponto poderia ser dividido até em quatro pedaços menores, proporcionando um efeito de quatro horas. Se dois micropontos fossem ingeridos de uma só vez, poderia levar a pessoa a uma overdose, e até a morte', explica.
DROGA ABASTECERIA O LITORAL
Com o rapaz, a polícia encontrou ainda várias pulseiras de várias baladas da capital, de boates famosas como a Pink Elefante. Já foi comprovado em depoimento que a droga seria levada na sexta-feira passada para Barra Grande, litoral do estado. A polícia informou que toda droga apreendida iria abastecer o carnaval em Teresina e também o litoral do estado. Uma das suspeitas é de que parte da droga seria levada para Barra Grande e Luis Correia.
A polícia conseguiu identificar, após a apreensão de 50 micropontos de LSD e 30 frascos de lança perfume em Teresina, que esse tipo de droga vinha sendo comercializada através das redes sociais e principalmente, pelo aplicativo WhatsApp.
Apoliana Oliveira/180 Graus.
Edição: Proparnaiba.com

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